E nem de propósito recebi hoje a tua carta. A bem do propósito que não existe quando se lhe tem vontade. Pois que faz de si amplo, sem imiscuição. Sendo.
Bem a propósito da eternização das palavras e retalhos de luz, que só a melancolia dos que querem segurar tudo, e não querendo possuír nada que não da roda do genérico, podem antever. Roda rosada.
E bem só esses tais se preocuparão com a irregularidade da dissemelhança, entre propósito e desígnio.
(Obrigada,
procurarei Leminski por aí)
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