O Outono chegou, estamos no ano de 2018 e eu olhava para os meus dedos que seguravam o cigarro. Se pelo ritual se pela vontade. Ritual e vontade, de um pelo outro e o outro pelo um. Por entre a proximidade que os faz saberem-se e conhecerem-se, colocando ou não em causa a realidade de cada conceito sozinho ou em conjunto. Se antes, se depois. Comum porque só com ela; A proximidade.
Pus-me a ler sobre a teoria alemã da Gestalt, sobre a percepção da forma, de como o nosso cérebro conceptualiza a falta de elementos em fuzarca com o seu excesso de movimento no espaço de alcance ou, pela monotonia em blocos de figuras iguais. De como se parecem aproximar ou então criar uma harmonia conjunta para a nossa, pouco capaz, conclusão visual, de dissociar as peças entre si, que insiste em faze-las dançarem ou nos parecerem ordenadas segundo uma ordem leal de vizinhança pacata e silenciosa.
Seria certamente um tema para diarreiar de forma articulada numa outra altura, em que a verdade objectiva do encontro informal acontecesse. Por ora, a ideia de que a explicação é apenas um interesse elástico que sustenta sentimentos como a saudade, parece-me legitimada, arrogantemente, pela paz que não só da lógica dos anos que se passaram. E que continuam a passar.
Pro-xi-mi-da-de.
Pus-me a ler sobre a teoria alemã da Gestalt, sobre a percepção da forma, de como o nosso cérebro conceptualiza a falta de elementos em fuzarca com o seu excesso de movimento no espaço de alcance ou, pela monotonia em blocos de figuras iguais. De como se parecem aproximar ou então criar uma harmonia conjunta para a nossa, pouco capaz, conclusão visual, de dissociar as peças entre si, que insiste em faze-las dançarem ou nos parecerem ordenadas segundo uma ordem leal de vizinhança pacata e silenciosa.
Seria certamente um tema para diarreiar de forma articulada numa outra altura, em que a verdade objectiva do encontro informal acontecesse. Por ora, a ideia de que a explicação é apenas um interesse elástico que sustenta sentimentos como a saudade, parece-me legitimada, arrogantemente, pela paz que não só da lógica dos anos que se passaram. E que continuam a passar.
Pro-xi-mi-da-de.